Adoração com Dança EXPRESSÃO ÁGAPE

COMUNIDADE EVANGÉLICA EXPRESSÃO ÁGAPE

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Terra Blog

Arquivo de: Junho 2007

29.06.07

Dança e Movimento Profético

O movimento profético na dança é fruto de uma total entrega ao Senhor e de intimidade com Sua pessoa, e Sua personalidade, de uma maneira tal que nos “fundimos a Ele”. Assim, tornando-nos com nosso Mestre uma só peça que traz na sua plenitude o discurso corporal da vontade de Deus!

Descrevemos aqui algo sobre a vida de Isadora Duncan; uma artista inigualável do início do século passado. Isadora serviu a falsos deuses, embora sua vontade fosse exatamente de entregar-se e ser, através de seu corpo e movimento, um instrumento profético, dos deuses a quem serviu. É interessante contextualizar que o século XX, quando viveu Isadora, começa seu caminho abrindo mão de tudo já existente. Foram-se os corsets, bloomers (certos tipos de calções que os homens vestiam), anáguas (ou saias de baixo), sapatilhas com ponteiras e a moralidade da Era Vitoriana. Chegou o amor livre, compromissos “livres”, transporte livre, tudo livre... A sociedade contemporânea começa a fluir com a dança do povo. Em 1907, Rudolf Van Laban surge como contemporâneo da dança moderna. Seu interesse era o propósito espiritual da dança! Uma de suas seguidoras chamava-se Isadora Duncan.

Nascida em 1878 na Califórnia, desde pequena Isadora queria dançar da sua própria maneira. Com o encorajamento da mãe, a família se mudou para Nova Iorque e mais tarde para a Europa, buscando os anseios de Isadora sobre a dança. Quando se tornou mais velha, ela percebeu sua capacidade única e decidiu que somente a Grécia Helênica trazia a chave para sua carreira. Mudou-se mais uma vez, dessa vez para a Grécia, em 1903. Aos 25 anos, Isadora vivia no topo de um monte próximo de Atenas. Ela necessitava estar próximo a um templo para os deuses gregos e queria ter seu próprio anfiteatro... Seu desejo era viver como a velha Grécia vivia.

Ao examinarmos a cultura grega, a glorificação do corpo e da alma predomina. A adoração a deuses e a prostituição nos templos prevaleciam. Isadora desprezava o ballet estruturado e se auto denominava uma “poetisa em movimento”. Ela não se denominava uma artista de teatro, pois amava dançar em igrejas, jardins, festas e templos. Isadora buscou a expressão divina do espírito humano, e se seguisse seu instinto, acreditava que poderia se transformar na própria natureza. Então ela se tornaria o mar, o vento, as nuvens, o céu. Ela amou mais a criatura que o Criador.

“Por isso Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem seu corpo entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém.” Romanos 1: 24,25

Ela admitia que a produção artística da dança era fácil para ela. Ela afirmava receber e se relacionar com os espíritos. Ela ouvia uma melodia do “outro mundo” e através de orações e meditação, criava uma dança. Ela se comunicava em termos de movimento. Ela não podia imaginar usar seu instrumento, seu corpo, numa maneira tão restrita como o ballet. Sua dança trazia vida e expressão. Qualquer impressão que ela recebesse, ela dançava. Ela dançava com total abandono, e era vista por muitos como se estivesse flutuando ao brilho do sol, com seus pés raramente tocando o solo. Entretanto, sua vida foi uma tragédia moral e de corrupção. A adoração a ídolos deixa alguém sem entendimento, uma vítima da confusão. Triste ver alguém ao mesmo tempo tão dedicada e tão perdida!

“Por que para mim curvei Judá como um arco e o enchi de Efraim; suscitarei a teus filhos, Ó Sião, contra teus filhos, Ó Grécia! E te porei, Ó Sião, como a espada de um valente.” Zacarias 9: 13

O povo caldeu usava a dança como meio de educação para ensinar astronomia e ciência. Eles desenvolveram ballets para ensinar sobre o tempo e o ritual. Os babilônios e assírios tinham mais freqüentemente homens dançando, e suas mulheres eram profetas dançarinas do templo. Para os egípcios a dança era o carro-chefe da expressão religiosa. Eles desenvolviam encenações como uma ferramenta de ensino, e os jovens eram educados através da dança. Eles tinham o costume de treinar bailarinos como o rei Davi fazia. As danças hebraicas eram bem atléticas em estrutura. Eram feitas com coros. Os militares usavam a dança como um meio de treinamento. Essas pessoas dançavam como Davi, com delicadeza e liberdade. Dançavam ao som do coro e músicos. A dança era algo muito respeitado em Israel.

“Davi ia vestido de um manto de linho fino, como também todos os levitas que levavam a arca e os cantores, e Quenanias, chefe dos que levavam a arca e dos cantores; Davi vestia também uma estola sacerdotal de linho. Assim todo o Israel vez subir com júbilo a arca da aliança do Senhor, ao som de clarins, de trombetas , de címbalos, fazendo ressoar alaúdes e harpas. Ao entrar a arca da Aliança do Senhor na cidade de Davi, Mical, filha de Saul, estava olhando pela janela e ,vendo o rei Davi dançando e folgando, o desprezou no seu coração” I Crônicas 15: 27-29

Mesmo sendo uma “nação dançante”, Israel tinha pessoas que se escandalizavam com dança ao redor da arca, mesmo sendo seu rei! Mical é o protótipo dos juízes, pessoas que não fluem e movem com Deus e Sua Santa Presença. Começam a criticar baseados em cuidados humanos e não percebem que a própria presença de Deus está lá, palpável, tocável! E por causa de seu julgamento, eles se tornam estéreis espiritualmente como Mical (II Sm. 6: 23)! Davi é o protótipo de Jesus que dança perante o Pai rejubilando-se pela Sua presença que tem sido buscada e resgatada nestes dias. Deus fala a Ezequiel:

“Bate as palmas, bate com os pés e dize: Ah! Por todas as terríveis abominações da casa de Israel! Pois cairão à espada, e de fome, e de peste”. Ezequiel 6: 11

Essa é uma dança profética de condenação do Seu povo! Deus se levanta contra a idolatria de Seu povo dando sua sentença através de palmas e dança! Jesus compara a geração de seu tempo, com aquela que não dança quando se toca música:

“São semelhantes a meninos que, sentados na praça, gritam uns para os outros: Nós vos tocamos flauta e não dançastes; entoamos lamentações, e não chorastes”. Lucas 7: 32

Quantas vezes canções são tocadas na igreja, cânticos entoados e ninguém dança ou se alegra! Quantas vezes há necessidade de quebrantamento e choro e não o fazemos! A presença de Deus sempre traz mudanças e desafios! Homens e mulheres tocados por Deus ganham uma nova visão de assuntos espirituais, assim como Isadora, que ganhou uma visão espiritual enganosa porque seus deuses eram falsos, mas sua intenção era a de buscá-Lo e se entregar a Ele, e a Seu comando. Há ainda muito a se aprender e descobrir do que Deus nos tem dado com relação à dança profética diante do Rei!

Gerson J Ortega

27.06.07

Adorador sem face

categorias: Adoração
“Mas agora tragam-me um harpista. Enquanto o harpista estava tocando, o poder do Senhor veio sobre Eliseu.” (II Reis 3.15)

Aqui temos a história de um musico desconhecido. Ele só aparece nesse versículo. Mas seu nome sequer aparece; nem tampouco quantos CDs já gravou, se tocou com fulano ou beltrano ou de qual igreja ele faz parte. Mas o texto mostra que, enquanto ele tocava seu instrumento, veio o presença de Deus sobre o profeta, que predisse a vitória de Israel sobre os moabitas – um fato histórico muito importante. Mas o profeta sabia da importância de ter um tangedor naquele momento.

Ele poderia ter chamado um dos famosos. Entretanto, foi chamado aquele que ninguém conhecia, mas que quando tocava, Deus não resistia e comparecia para estar com ele. Hoje podemos ver gente se promovendo, dizendo que já gravou tantos cds, que tocou com o “famoso”, que ministrou com o “ungido”, que foi guitarrista do “cara” ou que ministrou diante de milhares de pessoas. Mas tenho certeza que Deus não fica nem um pouco impressionado com a nossa fama diante dos homens.

Eu imagino que aquele tangedor devia estar acostumado com o fato de que quando ele tangia seu instrumento Deus vinha ao seu encontro. Imagino também que a casa deste tangedor devia ser constantemente inundada com a presença do Senhor. Hoje, porém, vejo muitas pessoas dizendo que são “adoradores sem face”, mas no fundo a maioria quer ser reconhecida e aceita pelos homens, falando de si mesmos. É como um jogo de poder: quem é mais ungido, quem vende mais CDs, quem ministra para mais pessoas. quem faz a musica mais “louca”, quem faz o culto mais demorado. É a turma dos “famosos detentores do poder de Deus”.

Temos também o exemplo de Davi, quando ainda não era rei: um tangedor desconhecido, um pastor de ovelhas, que conhecia bem a presença de Deus. Imagino Davi tocando sua harpa no horário de descanso, quando as ovelhas já estavam satisfeitas, ao cair da tarde. Na época, Davi não era conhecido nem popular; não era o “musico da moda evangélica da hora”. Mas quando ele tocava, mexia com o mundo espiritual. O fato de alguém atrair a presença de Deus é motivo de preocupação no inferno. O diabo também não está preocupado com a nossa fama diante dos homens, mas ele se preocupa quando Deus aparece na área. Se atrairmos a presença do Senhor, vamos fazer com que o diabo bata em retirada.

“Sempre que o espírito mandado por Deus se apoderava de Saul, Davi apanhava sua harpa e tocava. Então Saul sentia alívio e melhorava, e o espírito maligno o deixava.” (I Samuel 16.23) Se aparecer uma pessoa endemoninhada na nossa frente, o que vamos falar? “Eu sou Fullanno, o grande tangedor; já gravei mais de 20 CDs e toquei no grande congresso diante de 5000 pessoas. Só por isso você vai sair, seu demônio mal educado! Você não esta vendo quem sou eu?” Provavelmente o demônio irá rir da cara do Fullanno, como aconteceu com os filhos de Ceva (Atos 19.13-16).

O espírito maligno conhecia muito bem a glória de Deus que rodeava Paulo. Hoje vemos pessoas pegando carona na unção de outros, dizendo: “Eu sou músico de (...), cujas musicas são ouvidas em todo o Brasil. O demônio vai dizer: “Conheço (...); mas você, quem é?” Se estamos, no entanto, habituados a atrair a presença de Deus, provavelmente nem precisaremos falar nada; o próprio demônio já saberá que somos motivo de preocupação no inferno e procurará ficar longe.

Eu creio que quando a presença de Deus se manifesta no local nós, os ministros, não precisamos falar: “Ele está aqui”; ou: “Sinta a presença do Senhor”. Ele não precisa de apresentadores de palco para mostrar que Ele chegou. Além disso, existem duas únicas opções: ou Ele vem ou não vem. Não precisamos forçar a barra ou medir a presença de Deus pela quantidade de aplausos ou barulho. Quando o Senhor comparece mesmo às nossas reuniões, não precisamos anunciá-lo – Ele mesmo se apresenta. Existem muitas simulações da presença de Deus, fórmulas que já estão até cansativas e sem criatividade, frases repetidas e jargões ultrapassados. Devemos, na verdade, ser mais honestos quando Ele não vem e dizer: “Irmãos, vamos nos humilhar e orar até que Ele venha, pois Ele está longe deste lugar”.

Vamos orar e pedir a Deus que nos esconda e nos livre de toda essa onda de fama e “moda gospel”: muito barulho e pouco poder; muito trovão e pouca chuva.

Jorge Russo (Jorjão)
Ministério Trio - ministeriotrio@bol.com.br
www.ministeriotrio.com

25.06.07

Dance

Dance como se o Pai estivesse na sua frente e a cada movimento seu Ele fosse atraído pra mais perto de você
Dance como se Ele mesmo coordenasse os seus movimentos
Dance distraídamente só olhando nos olhos dEle como se nada mais importasse
Dance rindo
Dance sentindo os braços de Jesus te envolverem
Dance como resultado da adoração de uma vida entregue a Deus
Dance como se Deus realmente governasse seus sentidos
Não se importe com quem está à sua volta
Mas deixe que o Espírito Santo te envolva
E dance como se essa dança te levasse a um nível mais profundo de intimidade com Deus
Dance esse mergulho!
Mergulhe mesmo! Bem fundo.
Se entregue nas correntezas das águas do Espírito
Deixe que seu corpo ridiculamente demonstre o que Deus está fazendo dentro de você
Seja livre! Você é livre!
Dance rasgando seu coração diante do Pai
Dance como se uma carga de vida explodisse de dentro de você
e jorrasse invadindo a vida de todas as pessoas que estão à sua volta
Dance como se não existisse um chão embaixo dos seus pés
Dance como se você pudesse, num salto, alcançar o céu
Dance vendo os anjos
Dance, dance, dance
Se entregue
Se lance
Viva com Deus e dance com Ele!
Enfim, dance como se não fosse você quem dançasse
mas como se você estivesse totalmente entregue
Corpo, alma, espírito àquele que é o motivo da sua vida
Com certeza, você já não estará mais dançando sozinha
Pois um coração quebrantado Papai não despreza
Dance dance dance muito
Até o dia em que Ele vai voltar
e você vai continuar dançando sem parar com Ele por toda eternindade!!!

Dri Paveza

A Dança e o Evangelismo

Em relação ao tema dança e evangelismo, podemos fazer uma reflexão, a princípio muito simples: a Dança é uma linguagem artística que se manifesta em vários estilos e o evangelismo pode se apropriar de inúmeras linguagens e estratégias para sua realização.
Em se tratando de evangelismo, é pertinente ressaltar que numa perspectiva, considerada por muitos, alternativa; grandes aglomerados de pessoas em eventos como carnavais, paradas, calouradas universitárias e outros podem ser alcançados através de camisetas, quadros, agendas, bandanas, adesivos, gibis, porcelanas ou artigos para presentear que levam a inscrição da palavra de Deus. Também temos presenciado o evangelismo através do teatro, dança, mímica, pantomima além da performance de personagens como palhaços, peões de Cristo, malabaris, surfistas e bonecos. Para mim independente da estratégia ou da linguagem utilizada o que interessa mesmo são as vidas a serem alcançadas, os milhares de perdidos que estão por aí nas ruas!

Infelizmente, ainda existem aqueles que não concordam com essa ou aquela maneira de evangelizar. Curiosamente, Jesus também foi criticado por curar enfermos aos sábados (Mt12:10 e Mc 3:2-4.). Outro detalhe é que Jesus foi muito criativo e usava métodos nada tradicionais para curar e ensinar sendo também foi criticado por isso (Mc 8:23-25.).

Continuando o exercício de reflexão me pergunto: Afinal servimos a um Deus criativo ou não? Servimos ao Senhor absoluto de todas as coisas ou não? Ao pensar na resposta destas questões olho ao meu redor e observo, por exemplo, a natureza em sua singularidade de formas e matizes o que me faz confortável em afirmar que sirvo Aquele que criou todas as coisas para seu louvor, para Ele e por Ele (Gn 1:31 e Jr: 16.)! Por isso danço primeiro diante do meu Deus, depois obedeço ao IDE da maneira que o Espírito Santo direcionar (I Ts 1:5-9.)

A propósito, como grupo de dança da Igreja Batista da Lagoinha/BH, antes de ministrarmos no louvor da Igreja, começamos em impactos evangelísticos nas ruas, escolas, hospitais, presídios, shoppings e teatros. Quando isso acontece há sempre um apoio das Igrejas locais no sentido de acolher e acompanhar os novos convertidos. Em alguns casos específicos muitos de nós adotam pessoas para um discipulado mesmo à distância.

São incontáveis testemunhos, mas interessante é que na maioria deles há uma unidade quanto à maneira como estas pessoas foram atraídas pelo texto dançado, mas, também pela expressão facial/corporal daquele ou daquela que ministrava com a dança. Ouvimos, inúmeras vezes, para honra glória do Senhor Jesus, que algo diferente e sobrenatural acontece quando ministramos. Sempre há manifestação de quebrantamento ou de jubilo, normalmente, facilitando o trabalho corpo-a-corpo no evangelismo.

Também tenho acompanhado alguns eventos evangelísticos e posso testemunhar como há grupos de dança nos seus estilos variados, realizando um trabalho amoroso e eficiente. Mas não podemos nos esquecer que em qualquer resultado para o Reino de Deus seja através da dança, da música, do canto, do teatro ou qualquer fenômeno artístico, toda possibilidade de linguagem ou ação evangelística precisa vir orquestrada pelo Espírito Santo e alojadas em vasos para honra de Deus.

Creio que Deus na falta de sabedoria e obediência de muitos de nós pode usar, se quiser, as jumentas (Nm 22:28), mas se nos dispusermos para sua obra, a ouvir sua voz e em santidade nos apresentarmos diante dEle para o seu realizar em nós, Ele pode nos dar autoridade e nos usar. Afinal quem o Senhor chamou para anunciar as boas-novas? Alegremo-nos pois e sejamos todos voluntários na obra evangelística do Senhor Jesus!

“O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar as boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados; a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia do vingança do nosso Deus; a consolar todos que choram.” Is 61: 1-2

Isabel Coimbra

15.06.07

Seminário de Dança

Seminário de Dança

Dance Project Bible - God Moving 1 e God Moving 2 - com Ceceu Kingshill
seminário 1 - dia 27 e 28 de julho
seminário 2 - dia 3 e 4 de agosto


Região do Jabaquara - São Paulo - SP

aguardem mais informações

em breve!!!!!!

Evelin Estrada - evelin.estrada@gmail.com